Capital de Santa Catarina, Florianópolis é uma ilha que une o melhor de vários mundos. Em um único dia, é possível explorar uma praia quase deserta, fazer uma trilha pela mata, almoçar frutos do mar frescos à beira da lagoa após um passeio de barco, se perder por ruas coloniais do século 18 e ainda assistir ao pôr do sol em um mirante.
Conheça os principais pontos da cidade, a melhor época para visitar, como se locomover, por onde chegar e como planejar a sua viagem.
Por que Florianópolis é uma cidade especial
O apelido não é à toa: dizem que vem das lendas e histórias folclóricas de bruxas que realizavam rituais nas praias da ilha. Mas a magia de Florianópolis vai muito além do misticismo.
"O que torna Floripa especial pra mim é ser uma cidade que possui vida noturna, museus e muitas atrações turísticas, mas também praias e trilhas que levam a lugares intocados. Atende a todos os gostos", resume Renan Wachter, Líder de Engenharia de Analytics do Nubank. E quem chega de fora sente o mesmo. Camila Vogelsanger, da área Comercial de Tecnologia, já visitou a cidade duas vezes:
"Florianópolis não é só um lugar bonito. É um lugar que faz você se sentir bem estando lá."
Como chegar a Florianópolis?
O Aeroporto Internacional Hercílio Luz (FLN) fica a 12 km do centro da cidade, com voos diretos das principais capitais do país. Na hora de comprar as passagens, o planejamento é a chave. Camila recomenda pesquisar com cerca de três meses de antecedência para voos nacionais e ficar de olho em promoções das companhias aéreas.
Quem é cliente Ultravioleta pode aproveitar o Nu Viagens no app para comparar passagens e hospedagens na busca pelo melhor preço. É possível monitorar preços 24 horas por dia e o app alerta o melhor momento para comprar. Também tem o serviço de proteção gratuita para variações de preço por até 30 dias; se o valor da passagem reduzir nesse período, você pode receber até R$ 500 de volta via NuPay, desde que a diferença seja de no mínimo R$ 25 entre os valores.
E para quem prefere viajar de carro, Florianópolis fica a cerca de 480 km de Curitiba e 730 km de Porto Alegre, pelas rodovias BR-101 e BR-282. De ônibus, há linhas diretas de São Paulo, Curitiba, Porto Alegre e outras cidades do Sul e Sudeste.
Qual a melhor época para visitar Florianópolis?
Florianópolis é um destino para o ano todo, mas o clima e o movimento variam bastante conforme a temporada.
Alta temporada (dezembro a fevereiro)
O verão é a estação mais movimentada, com praias cheias, vida noturna intensa e preços um pouco mais altos. Gabriel Laranjeira, Analista de Marketing e morador de Floripa, acredita que o verão ainda é o melhor período:
"A cidade é repleta de praias e, durante essa época, embora seja alta estação, sinto que a cidade pode ser melhor aproveitada."
Do pós-Carnaval ao outono (março e abril)
Temperaturas agradáveis, cidade um pouco mais vazia, mas ainda com cara de verão. "O clima ainda está quente, mas a cidade está menos cheia. É um ótimo equilíbrio entre tempo bom e tranquilidade”, conta Renan Wachter. Esse é um bom período para aproveitar os pontos turísticos e as praias, sem precisar enfrentar grandes filas ou locais muito cheios.

Final da primavera ao início do verão (outubro e dezembro)
Esta é a época favorita de Brenna Cavalcante, Motion Designer: "O vento ainda está friozinho, mas o sol abre. Dá para fazer muitas atividades ao ar livre. Em dezembro começa a esquentar de fato, dá para ir à praia e a cidade ainda não está lotada para a alta temporada."
Já Camila foi em outubro e aproveitou ao máximo: "O clima era agradável e, principalmente, sem um fluxo muito grande de turistas, o que deixou a experiência mais tranquila." Mas uma dica importante é que, independentemente da época, vale levar alguma peça de roupa para o frio. O clima muda rápido e o vento no fim do dia costuma aparecer.
Vale a pena alugar carro em Florianópolis?
A resposta unânime de quem mora ou visita Floripa é: sim, e muito. A ilha é grande, as praias ficam espalhadas pelas quatro regiões e o ônibus, apesar de ser uma opção viável, pode demorar um pouco mais, o que não é bom para quem tem poucos dias para aproveitar.
"As melhores praias têm um acesso um pouco mais difícil, mais distantes da região central. Como a ilha também é muito grande, a viagem de ônibus pode levar horas", explica Brenna.
"Ter essa autonomia faz toda a diferença para conseguir explorar melhor cada região", reforça Camila. "De carro, você ganha liberdade para circular entre a Praia do Campeche, a Lagoa da Conceição e as praias do norte e do leste com muito mais facilidade."
Quanto ao trânsito, o segredo é sair cedo: "O mar e os passeios valem muito a pena, mas o trânsito pode comprometer o tempo de permanência nos lugares. Se organizar com horários faz toda a diferença", diz Camila, e Renan complementa: "Saindo bem cedinho de casa para evitar filas."
Os estacionamentos das praias mais famosas podem ser disputados, mas sempre há opções de locais particulares e vagas nas ruas próximas. Com planejamento de horário, dá para aproveitar com tranquilidade. E ainda, quem é cliente Ultravioleta tem acesso a benefícios exclusivos, como NuTag, a tag de pedágios sem taxas e sem recarga.
As melhores praias da ilha: qual escolher?
Com mais de 40 praias, Florianópolis oferece um perfil diferente para cada estilo de viajante. O mar varia bastante conforme a região da ilha: as praias do norte costumam ter água mais calma, enquanto as do leste, voltadas para o alto-mar, têm ondas mais agitadas — e mais geladas. Como bem resume Brayan Rampin, membro da NuCommunity, a comunidade oficial de clientes do Nubank e morador da cidade: "água gelada em algumas praias, quentinha em outras".
Praias do Norte
Jurerê Internacional é a praia mais badalada da ilha, conhecida pela infraestrutura de alto padrão, beach clubs e pela água cristalina.
O mar é lindo demais. Nunca havia visto uma água tão limpa quanto em Jurerê Internacional", conta Ana Beatriz Tuma, jornalista que passou o Réveillon em Floripa.
Outro lugar que Ana também recomenda conhecer por conta da beleza é a Fortaleza de São José da Ponta Grossa, datada do século 18, localizada entre as praias de Jurerê e Praia do Forte.

Praia dos Ingleses e Praia Brava também são boas pedidas no norte, com mais agito e diversidade de serviços.
Um ponto escondido que Renan recomenda: o pontal da Praia da Daniela. "É um pedaço de areia que, durante a maré baixa, permite caminhar mar adentro por vários metros com a água batendo nos pés. Só não pode mergulhar lá, pois tem correntes fortes."
Praias do Leste
Já as praias do leste da ilha têm outro espírito, ondas mais fortes e paisagens mais preservadas. Destaque para:
- Praia da Joaquina: famosa pelas dunas e pelo surf.
Julie Augusto, colaboradora do Nubank, conta que ama Floripa. A Estrategista de Conteúdo sugere combinar a visita às dunas com uma parada gastronômica:
Se aventurar no skibunda ou de quadriciclo (nas dunas) e, depois, almoçar no Bar do Arante, fundado nos anos 1960. É um clássico, tem pratos de frutos do mar muito bons e vários papeizinhos pelas paredes, com recados de pessoas do mundo todo que passaram por lá ao longo dos anos."

- Praia Mole: muito procurada pela cena alternativa, com ondas ideais para surf e visual deslumbrante. "Reserve um dia inteiro só para a Praia Mole. É uma das mais conhecidas da ilha e vale cada minuto", recomenda Julie.
- Praia do Campeche: um dos lugares da Camila "fui atraída pela beleza natural e pela energia mais tranquila", conta.

Praias do Sul
O sul da ilha guarda alguns dos cenários mais preservados de Florianópolis.
Praia da Lagoinha do Leste: acessível por trilha ou barco, é um dos visuais mais selvagens da ilha. “Me marcou muito pela trilha. É aquele tipo de lugar que surpreende pela beleza preservada”, conta Camila.

Naufragados: esse é um cantinho especial recomendado por Gabriel e para chegar nele, só é possível por trilha ou barco. A trilha mais utilizada é a que sai da Caieira da Barra do Sul, plana, com mata fechada e sombra, e dura cerca de uma hora de caminhada. "Recomendo demais, pois é um ótimo passeio para quem gosta de estar em meio à natureza e curtir uma praia sem multidão", indica Gabriel.
Praia do Matadeiro: opção mais tranquila para quem busca natureza preservada e menos movimento. Julie recomenda também a Trilha do Saquinho, na mesma região: "é uma ótima opção e mais tranquila!".

Pântano do Sul: para quem quiser se hospedar mais perto das praias do sul e fugir dos deslocamentos longos em alta temporada, Julie indica a região como base estratégica.
Outros passeios, além das praias
Florianópolis é muito mais do que praias. A cidade tem uma agenda rica para quem curte natureza, cultura, história e aventura.
1. Lagoa da Conceição
A Lagoa da Conceição é cercada por bares, restaurantes, lojas e ainda possibilita passeios de barco. Julie, que já visitou Floripa três vezes, tem uma dica de horário:
vá à Lagoa da Conceição no fim da tarde e fique até à noite, principalmente no fim de semana"
Apesar de não ser possível mergulhar na Lagoa, pois em alguns pontos a água é imprópria para banho, o local é ótimo para caminhadas e curtir o visual. "Tem várias opções, desde as de baixo custo até experiências premium", conta Brenna.

Um destino dentro da Lagoa da Conceição que merece atenção especial é a Costa da Lagoa, uma comunidade acessível apenas por barco ou trilha. "Chegar de barco, escolher um restaurante à beira da lagoa e comer um peixe fresco naquele cenário tornou a refeição inesquecível", descreve Camila.
2. Centro Histórico e Mercado Público
O Centro Histórico de Florianópolis guarda uma arquitetura colonial bem preservada, museus, igrejas e bares que funcionam até tarde. "De manhã dá para ir nos museus, à noite abrem os inúmeros bares que tem ali", recomenda Renan.
O Mercado Público é um dos programas mais completos do centro: construído no século 19, é um dos mais tradicionais do Sul do Brasil e concentra restaurantes com frutos do mar frescos, bares clássicos e muito sabor local. Localizado na rua Jerônimo Coelho, 60, Centro de Florianópolis, o Mercado tem entrada gratuita e funciona de segunda à sexta, das 8h às 19h e, aos sábados, das 8h às 14h.

3. Ponte Hercílio Luz
Símbolo máximo de Florianópolis, a Ponte Hercílio Luz é uma das pontes metálicas mais longas do mundo, com 821m de extensão, a maior do Brasil e um ponto turístico de visita obrigatória. Brenna recomenda alugar uma bicicleta e passar pela ponte: “é ponto obrigatório", conta.
Inaugurada em 13 de maio de 1926, a ponte faz ligação da ilha com o continente, sendo um dos patrimônios arquitetônicos mais emblemáticos do país, conhecida como a “Ponte Tipo Florianópolis”.

4. Parque da Luz
Logo ao lado da Ponte, fica o Parque da Luz, que é um ótimo passeio para completar o programa. "Recomendo muito pegar uma bike alugada para essa!", sugere Brenna. O parque tem entrada gratuita e funciona diariamente, com iluminação em algumas áreas para uso noturno e fica na rua Felipe Schmidt, Centro.

5. Santo Antônio de Lisboa
Um dos bairros mais antigos e mais encantadores da ilha, o Santo Antônio de Lisboa era habitado por povos indígenas antes da colonização e possui uma arquitetura açoriana, fruto da cultura dos imigrantes vindos das Ilhas dos Açores, região pertencente a Portugal.
O local é rico em restaurantes de frutos do mar e possui uma atmosfera aconchegante à beira da baía Norte, como conta Brenna.
"A visita ao bairro histórico Santo Antônio de Lisboa se torna ainda mais mágica quando você conhece a história da cidade", recomenda Brenna.
Há quem afirme que Santa Catarina começou no Santo Antônio de Lisboa, pois é onde foi construída a primeira rua calçada do estado, fruto de uma homenagem à visita de Dom Pedro II em 1845. Camila complementa: "A vila tem vários restaurantes, é deliciosa para passear sem pressa, e acabou sendo um dos lugares mais agradáveis da viagem."
6. Projeto Lontra
No bairro Campeche, o Projeto Lontra, um centro de pesquisa e conservação, é um passeio diferenciado: muito verde, animais vistos de perto e uma vista privilegiada da Lagoa do Peri. "Tem espaços para relaxar e uma vista inesquecível", descreve Brenna. O projeto fica na rua Euclides João Alves, s/n, Armação do Pântano do Sul, e funciona de terça a domingo, das 8h às 10h e das 16h às 18h, com visitação gratuita e sem agendamento.

7. Projeto Tamar
Para quem tem sensibilidade ambiental, a visita ao Projeto Tamar para ver tartarugas marinhas de perto é uma experiência transformadora. O Sul do país é um importante local de alimentação dos animais, principalmente quando jovens e, por isso, em 2005, a Fundação Projeto Tamar de Florianópolis foi criada para dar suporte às atividades realizadas na região, com foco em reduzir o impacto da pesca sobre as tartarugas marinhas.

"Participar da soltura das tartarugas me cativou profundamente. Sou formada em Turismo e tenho muita consciência da importância da preservação ambiental e de como a vida marinha vem sendo afetada pela poluição. Poder vivenciar isso de perto trouxe um significado ainda maior para a viagem", conta Camila.
A visitação é de quarta a segunda das 9h30 às 17h, com ingresso à venda no site oficial do Projeto Tamar, por R$ 44 (inteira), R$ 22 (meia-entrada, idosos acima de 60 anos, estudantes, professores, ID Jovem, crianças a partir de 6 anos, doadores com comprovante, pessoas com deficiência e seu acompanhante) e gratuito para crianças de até 5 anos e moradores da Barra da Lagoa com comprovante de residência. O instituto fica na rua Professor Ademir Francisco, s/n, Barra da Lagoa.
8. City tour de ônibus panorâmico
Para quem quer ter uma visão geral da ilha logo nos primeiros dias, o city tour de ônibus panorâmico é uma ótima opção. O passeio percorre pontos históricos, mirantes e praias, com contexto sobre a história da cidade ao longo do trajeto.
"Mesmo já conhecendo alguns lugares, o tour trouxe muito contexto histórico e mostrou partes da cidade que ainda não tínhamos explorado", conta Camila, que fez o passeio em companhia do filho em sua segunda visita à ilha. Graciela Lopes, integrante da NuComunidade, reforça: "já fui (à Floripa) e fiz o passeio no ônibus aberto, sem o teto. Muito legal a experiência".O passeio é operado pela empresa By Bus Turismo, conta com diversas paradas por toda a ilha e custa R$ 190 por pessoa, com saídas do centro a partir das 8h e serviço de Guia de Turismo.

9. Atividades radicais e esportes ao ar livre
Além da tranquilidade das praias e parques, Floripa também tem emoção nas atividades físicas, com opções do nível iniciante ao mais radical. Confira:
Voo de parapente
Várias empresas operam na ilha. "Você tem uma vista incrível da praia!", animou-se Brenna. Para quem tiver interesse, o coletivo Brava Parapente oferece cursos.
Aulas de surf para iniciantes
Principalmente nas praias do Leste, mas todo o litoral tem áreas para surf. Uma dica é agendar uma aula experimental na Escola de Surf de Campeche, com alunos diversos entre crianças, adultos e idosos.
Trilhas e cachoeiras
Espalhadas por toda a ilha, com diferentes níveis de dificuldade. Um exemplo é a Trilha Lagoinha do Leste, com 14,58 km, composta por praia, costões, montanha, lagoa, mar e mata nativa, por isso, requer consulta com guias locais.
Escaladas
Para os mais aventureiros, uma dica é desbravar o Parque Pedreira do Abraão entrando em contato com a ACEM (Associação Catarinense de Escalada e Montanhismo), um grupo sem fins lucrativos, que promove o montanhismo e a escalada em Santa Catarina.
Gastronomia: o que não deixar de comer?
A culinária de Florianópolis tem raízes açorianas e o mar, obviamente, como protagonista. Ostras, frutos do mar, tainha e peixe fresco são os carros-chefes de uma gastronomia que, por si só, é uma atração turística.
Ostras e frutos do mar
Florianópolis é a maior produtora de ostras do Brasil. Para entender melhor essa cultura, vale assistir ao documentário Ostras de Florianópolis que aborda a maricultura na região. Provar as ostras na ilha é uma experiência diferente. Brenna recomenda especialmente o restaurante Ostradamus, no Ribeirão da Ilha, que é referência consagrada no sul da ilha.

Festa da Tainha
Se a sua viagem cair entre maio e julho, não perca a tradicional Festa da Tainha, um dos momentos mais esperados do ano pelos pescadores e moradores, além de turistas. A festa celebra o início da safra da Tainha, típico da região, com pesca artesanal, música, dança e muita comida típica.

"Foi muito especial ver de perto essa tradição local, provar a tainha preparada de diferentes formas e sentir como a gastronomia ali está totalmente ligada à cultura e à história da ilha", conta Camila.

Bar do Arante
Fundado nos anos 1960 na Praia da Joaquina, o Bar do Arante é um dos restaurantes mais charmosos e tradicionais de Florianópolis. Além dos pratos de frutos do mar, o lugar ficou famoso pelos bilhetinhos colados nas paredes: recados deixados por visitantes do mundo todo ao longo das décadas. O bar fica na Rua Abelardo Otacílio Gomes, 254, aberto diariamente das 11h30 às 22h.


Quanto custa viajar para Florianópolis?
O custo da viagem para Florianópolis depende da época e do estilo de viagem. Na alta temporada (dezembro a fevereiro), os preços costumam ficar mais altos e fora desse período, dá para aproveitar muito bem com mais controle do orçamento.
Passagens aéreas: recomenda-se comprar com pelo menos três meses de antecedência para garantir melhores preços. Pesquisar e ficar atento às promoções e usar milhas são estratégias válidas.
Hospedagem: uma das maiores despesas da viagem, mas vale conferir a dica de Gabriel:
"Tente buscar uma localização que seja meio-termo entre todos os lugares que você pretende ir, na região Central, pois as pontas extremas como norte e sul da ilha acabam sendo mais afastadas."
Gastos diários: para um turista individual, Camila estima uma média entre R$ 500 e R$ 800 por pessoa por dia, considerando alimentação (R$ 150 a R$ 200), transporte (R$ 50 a R$ 100) e passeios. Boa notícia: a maioria das praias, trilhas e atividades ao ar livre é gratuita.
Aluguel de carro: fundamental para aproveitar bem a ilha. Pesquise com antecedência nas locadoras e compare os preços pelos aplicativos, há muitos descontos.
Comparando preços médios, fora das altas temporadas e os principais serviços para o período de 5 dias em Florianópolis. Confira os preços médios para viajar para Florianópolis:
| O que | Quando | Preço médio |
| Passagem aérea (SP - FLN, ida e volta) | Fora da alta temporada, comprada com 3 meses de antecedência | A partir de R$ 279 |
| Hospedagem (por noite, por pessoa) | Março a novembro | De R$ 99 a R$ 700+, a depender do bairro e categoria |
| Aluguel de carro (por dia, categoria econômica) | Agosto | A partir de R$ 75 |
| Gastos diários (alimentação + transporte + passeios pagos) | Fora da alta temporada | R$ 500 a R$ 800 por pessoa |
| Praias, trilhas e parques | O ano todo | Gratuito |
| Total estimado (viagem de 5 dias, por pessoa) | Fora da alta temporada | R$ 4.000 a R$ 7.400 |
Dicas de ouro para quem vai pela primeira vez
Agora é hora de juntar os melhores conselhos de quem conhece bem a Ilha da Magia. Confira a lista abaixo:
1. Saia bem cedinho
O trânsito é um dos maiores desafios em Florianópolis, especialmente no verão. Começar o dia cedo faz toda a diferença.
2. Pesquise a cultura local
"Ela é muito rica, e pouco conhecida. Conhecer a história da cidade vai te dar outra perspectiva sobre os pontos turísticos", recomenda Brenna.
3. Misture praias com pontos históricos
Além de curtir as praias, é importante passear pelos bairros Santo Antônio de Lisboa, o Centro Histórico e a Ponte Hercílio Luz, esses lugares entregam uma Floripa diferente e encantadora.
4. Escolha bem onde se hospedar
Optar por uma localização estratégica, como a região da Lagoa da Conceição ou o Centro, poupa muito tempo de deslocamento.
5. Faça sua lista com antecedência
Com tantas opções de praia, trilha e gastronomia, pesquise atrações, horários e preços antes de embarcar e economize tempo na estadia, além de evitar gastos desnecessários na hora de fechar passeios.
6. Leve roupa de frio
Mesmo em épocas quentes, o vento do fim do dia pode te pegar desprevenido.
Quer mais dicas de quem já foi e de quem está planejando a viagem? Guilherme Neves, Analista Jr. de Comunidade e Plataformas no Nu, conta que geralmente fica no sul da ilha, na região da Lagoa da Conceição, e frequenta a praia da Joaquina ou a Mole.
"Minha dica é: escolha bem onde ficar, pois em alta temporada a mobilidade fica impossível. Então escolha com sabedoria e fique aproveitando por lá. No mais, aproveite esse lugar que faz jus ao seu apelido!"
Confira o que os outros membros da Comunidade Nubank estão compartilhando sobre Floripa:
Florianópolis: quais dicas não podem ficar de fora?
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